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Ataque em pleno na reviravolta

Triunfo por 3-1 sobre o CD Nacional

Num primeiro ajuste de contas com o calendário, o Vitória SC teve a matemática certa para resolver o dilema CD Nacional. Ora vejamos: 3 golos, 3 pontos e o ataque a carburar em pleno para a reviravolta operada.

A metáfora é demasiado evidente, mas de facto foi preciso quebrar o gelo, porque a coisa começou mal para os vitorianos, fruto de um remate inspirado de Gorré que deixou os insulares na frente.

Os Conquistadores partiam atrás do prejuízo, como já acontecera em Moreira de Cónegos, e tiveram de pôr o tridente ofensivo a funcionar para resolver o dilema.

Quaresma deu o exemplo, repondo a igualdade numa trivela genial, mas Estupiñan e Edwards também foram chamados à ação, materializando um ascendente que o coletivo foi permitindo, sempre em crescendo.

Bem o extremo inglês a trabalhar para o 2-1 do colombiano, a abrir a segunda parte, e a desequilibrar para o autogolo que fechou o marcador e selou os 3 pontos, tão sofridos quanto merecidos.

O “score” podia até ter engordado para o Vitória, ficando na retina um cabeceamento de Bruno Duarte (mais um avançado, lá está), mas a conta de somar estava já no quadro e para a história fica mais um obstáculo ultrapassado nesta Liga NOS.