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Entrega sem recompensa

FC Porto 2-1 Vitória SC

Um Vitória competitivo, na disputa dos pontos até final, acabou por ficar aquém do objetivo e castigado por momentos críticos em que o FC Porto foi mais feliz e mais competente.

É justo registar, porém, os bons momentos que os Conquistadores tiveram no jogo. Fortemente apoiados na bancada, os pupilos de Pepa tiveram uma entrada afirmativa e beneficiaram da primeira grande ocasião do encontro: Bruno Duarte, isolado por Janvier, desviou por cima quando tinha tudo para abrir a contagem.

Insistiu o Vitória, que voltou a cheirar o golo num vistoso remate de Rochinha, desviado para canto, do qual resultaria nova oportunidade, dessa feita para Mumin. Perante um FC Porto muito forte, e que naturalmente também criou ocasiões, o Vitória nunca se escondeu e antes do golo voltou a ameaçar por Rochinha e Bruno Duarte.

Surgiu então o penálti, sofrido e concretizado por Edwards, num momento que poderia ter tido enorme peso no jogo, mas que o Vitória não conseguiu capitalizar, porque logo surgiu a igualdade.

Luís Godinho permitiu uma reposição de bola fora do local da infração e Luis Díaz sacou um coelho da cartola para uma resposta imediata do dragão, que entrou então num período de fulgor que o Vitória tratou de ir contendo até ao intervalo.

O recomeço parecia lançar o jogo na mesma toada de baliza a baliza e Janvier até teve uma boa oportunidade para finalizar aos 53’, mas pouco depois veio a expulsão de Mumin por acumulação de amarelos e aí sim o FC Porto ficou dono e senhor do jogo, chegando ao 2-1.

Reduzido, o Vitória equilibrou e tentou encontrar rotas alternativas para a baliza adversária, somando aproximações que poderiam relançar o marcador, mas que não tiveram concretização.