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“Não vamos parar de sonhar”

Bruno Abreu perspetiva Fase de Apuramento de Campeão

Os Sub-15 são o “escalão sensação” da formação vitoriana. Apurados na liderança para a Fase de Apuramento de Campeão, a equipa vimaranense venceu e convenceu ao logo da temporada e parte para a decisiva etapa com os índices motivacionais em alta. Motivação sim. Ilusão não. Quem o garante é Bruno Abreu, um dos jogadores mais utilizados por Luís Miranda.

Natural de Famalicão, o médio está no castelo há oito anos e, por isso, já se sente um filho do berço. Titular nos últimos duelos, Bruno não esconde o orgulho da “fantástica” 2ª Fase e admite que “não há motivos para não sonhar”, no entanto, o jogador de 14 anos assegura que o seu grupo de trabalho tem em igual dose o orgulho e a lucidez. “Tivemos uma segunda fase muito boa e que surpreendeu toda a gente, o que nos deixa motivados e a acreditar que iremos continuar a fazer coisas boas. Não há motivos que nos impeçam de lutar até ao fim mas aquilo que fizemos no passado não nos ilude nem nos faz pensar que será uma fase fácil. Ainda assim, não vamos parar de sonhar”, disse.

Quis o sorteio que a estreia tivesse lugar em casa, diante da Académica, um adversário que “tal como nós vai procurar entrar a ganhar”. “Não há equipas fáceis pois se chegaram até aqui é porque têm qualidade. Vamos ter de lutar com todas e há algumas equipas que nos vão causar muitos problemas. Quanto a nós, penso que somos uma equipa aguerrida, que dá tudo em cada disputa de bola. Somos uma equipa muito completa e vão ter de ter cuidado connosco porque somos muito sérios”, garantiu.

Fã de Pedri, depois de uma primeira admiração por Neymar, o jovem futebolista considera-se um jogador “à imagem da equipa”, ou seja, “que nunca desiste”. No castelo, Bruno Abreu espera continuar a construir o seu reinado e agradece ao Clube a confiança que nele deposita. “O Vitória confia em mim e eu confio no Vitória. Acho que temos ainda um longo e bonito caminho a traçar juntos. Apesar de não ser natural de cá, já me sinto um vimaranense e vitoriano. Na minha idade, ter já passado cá oito anos significa muito. Conheço muito bem Guimarães e gosto muito de cá estar”, concluiu.