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Luís Pinto: “Ainda há muito sumo para retirar dos jogadores”

Alertado para as condições incertas nos Açores e para um Santa Clara aflito na classificação, o treinador do Vitória Sport Clube deu conta de uma equipa bem preparada, com disponibilidade para tudo

Tendo bem presente o recente empate caseiro com o Alverca, o Vitória Sport Clube avança para a visita ao Santa Clara com a máxima ambição, de olhos postos na baliza contrária e claramente com o objetivo de vencer. Em conferência de imprensa de antevisão do jogo agendado para este domingo, o treinador Luís Pinto garantiu que a equipa está preparada para tudo num relvado sempre enigmático e que terá capacidade para levar a melhor sobre o adversário, pressionado nesta altura pela fuga aos lugares da despromoção.  

Contexto difícil: “Há que considerar as dificuldades logísticas que envolvem esta deslocação aos Açores. É um jogo que tem características muito próprias, num campo habitualmente difícil para o Vitória SC em termos de resultados. Vamos defrontar uma equipa que está num momento difícil, mas sabemos as valias que possui. Vão querer pontuar e, por isso, vão dificultar a nossa tarefa. Temos de estar preparados para isso”.

Aspetos a melhorar: “Temos de jogar bem, cumprindo à risca o nosso plano. Esta equipa ainda tem muito sumo e tem de estar muito focada no jogo. Queremos jogar no meio-campo ofensivo, sabendo que teremos de nos adaptar bem ao tipo de relvado e ao clima que vamos apanhar. São fatores que dão incerteza aos jogos disputados nos Açores. Temos de agir: jogar e fazer acontecer”.

Disponibilidade total: “Os jogadores do Vitória SC devem colocar em prática o que fazem ao longo da semana, nos treinos. Já estamos no último terço da época. São oito meses de trabalho desde o início da temporada. Chegou o momento de fazer bem aquilo que está traçado em todos os momentos do jogo. Temos de disputar o jogo na sua plenitude e ainda há muito sumo para retirar destes jogadores. Tendo disponibilidade para fazer o que é necessário no jogo, seja o que for, replicando o trabalho desenvolvido nos treinos, estaremos sempre mais próximos daquilo que pretendemos”.

As oportunidades para os jogadores da equipa B: “Acho que já repararam que a porta da equipa A tem estado sempre aberta e que não tenho qualquer problema em lançar jogadores que estejam bem na equipa B. Temos tido uma facilidade grande em fazer isso e por mérito também desses jogadores, mas também pela abertura, confiança e coragem que temos colocado no momento de decidir se são convocados ou se vão jogar como titulares ou a partir do banco. Por isso, acho que essa questão nem precisa de ser colocada. Essa tem sido a nossa forma de estar ao longo da época: temos olhado para a equipa B. Claro que estamos atentos a esses jogadores e as oportunidades poderão sempre surgir”.

Mudanças no onze? “Equaciono sempre o que é melhor para a equipa, tendo em conta o último jogo, a semana de treinos e o que perspetivamos para cada jogo e para cada adversário. Por isso, sim, equacionamos mudanças no onze”.

As ausências de Miguel Nóbrega e de Nélson Oliveira no último jogo: “Foram opções. O último jogo podia trazer coisas importantes e, tendo em conta a preparação, tomei essas opções. Para este jogo já estão outro vez dentro do grupo dos jogadores que poderão ser convocados e a nossa vida segue. As decisões serão tomadas de acordo com o que foi a semana de trabalho e aquilo que perspetivamos para o jogo nos Açores”.

O Santa Clara sob o comando de Petit: “As dificuldades que prevemos estão relacionadas com a deslocação e o histórico de jogos nos Açores, com o Vasco Matos ou com o Petit. O grau de exigência é sempre alto. Houve uma alteração na estrutura, mas a equipa tem o seu valor e está numa situação de urgência em termos de pontos. Estamos à espera de um jogo desafiante”.