Ricardo Carrera assinou, recentemente, contrato profissional até 2028

Atingiu a maioridade há apenas um mês e o primeiro ano no escalão de Sub-19 resultou numa época “muito positiva”. Ricardo Carrera assinou, recentemente, contrato profissional até 2028 e, aos Meios de Comunicação do Clube mostrou-se “feliz com o voto de confiança”.
Nas duas épocas de rei ao peito, depois de ter representado o CD Tondela, o extremo direito cumpriu já mais de 50 jogos com a camisola vitoriana e o último foi “especial”. “A época terminou com aquilo a que habitualmente chamamos a cereja no topo do bolo, que foi a minha estreia oficial pela equipa B no jogo com o Amarante. Foi, naturalmente, um momento muito especial para mim e que me dá ainda mais motivação para continuar a evoluir e a aproveitar todas as oportunidades que surgirem”, lembrou.
Em Guimarães, o atleta de 18 anos tem procurado evoluir e a chamada à equipa B foi “o reflexo” dessa evolução e trabalho nos Sub-19. O desenvolvimento individual que tem apresentado, bem como a capacidade de integração, foram algumas das razões que justificaram o contrato profissional, cujo vínculo o jogador entende como “voto de confiança”. “Vejo esta assinatura como um voto de confiança por parte do Clube. Estou grato por continuarem a acreditar em mim e espero retribuir esta confiança com muito trabalho e dedicação. O Vitória tem-me dado excelentes condições para crescer e para me desenvolver enquanto atleta e pessoa. Sinto-me muito bem em Guimarães, onde me sinto em casa”, afirmou o jogador que assume a “raça e entrega em campo” como algumas das suas principais características.


Nascido no outro lado do Atlântico, Ricardo Santos Carrera apresenta dupla nacionalidade (brasileira e portuguesa) e esta última época revelou-se igualmente positiva no que à seleção diz respeito. A 10 de fevereiro de 2026, estreou-se com a camisola das quinas em jogos de preparação com a Áustria e, no mês seguinte, seguiu-se nova convocatória nacional tendo como destino o Torneio Internacional de Lisboa. O extremo tem conquistado o seu espaço e acredita que “estes momentos terão continuidade”. “Representar a seleção era um objetivo que tinha há muito tempo. Foi um momento de enorme orgulho e uma recompensa pelo trabalho realizado. Vou continuar a trabalhar para ter mais oportunidades nos escalões da Seleção Nacional”, garantiu.
A poucos dias do arranque da pré-época vitoriana, o extremo direito olha para o futuro com “otimismo” mas garante que a felicidade que advém da assinatura do contrato profissional surge em iguais proporções com a responsabilidade e exigência do Clube. “Estou muito otimista com aquilo que me espera mas também sei que um jogador tem de provar todos os dias que merece as oportunidades, principalmente quando somos ainda tão jovens. Cada nova pré-época é o início de mais um ciclo em que temos de mostrar o nosso valor e provar que o contrato profissional não surgiu em vão”, concluiu.

