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Luís Miguel Vinagreiro Pinto Lisboa

2019 - Atualidade

Atualmente ao leme dos destinos do clube, venceu as eleições em julho de 2019, tendo sido mandatado até 2022.
A 15 de outubro de 2020, anunciou a construção do miniestádio no Complexo Desportivo, que será a casa das equipas B, Sub-23, feminina e de formação dos vitorianos.
A 30 de novembro do mesmo ano, o clube voltou a ter a maioria do capital social da SAD, passando a ter 51% do mesmo. Foi igualmente anunciada a intenção de uma nova Academia do Vitória SC, destinada ao futebol profissional.
Durante o seu mandato, a equipa de Polo Aquático sagrou-se bicampeã nacional sénior em 2021, tendo também conquistado a Taça de Portugal e participado na Liga dos Campeões da modalidade.
Deu início às comemorações do Centenário do Vitória Sport Clube.

Histórico de Presidentes.

Eleito em 2012, constituiu formalmente a Vitória Sport Clube, Futebol SAD em abril de 2013. Também em 2013, o Vitória escreve a página mais brilhante a nível desportivo: a conquista da Taça de Portugal. É reeleito Presidente em 2015 e cumpre assim o segundo mandato até 2018, triénio em que o Vitória alcançou a sua primeira medalha de bronze nos Paralímpicos do Rio de Janeiro. Em 2018, foi eleito para o terceiro mandato ao serviço do Clube, mandato em que as equipas seniores e juvenis de Polo Aquático chegam ao título nacional. Renunciou ao cargo em 2019.

Preside o Clube a partir de Março de 2007, subindo neste mesmo ano à primeira Divisão. Na época 2007-08 alcança o terceiro lugar do Campeonato, qualificando-se para a pré-eliminatória da Liga dos Campeões.

É reeleito Presidente em 2010, tendo deixado o mandato a meio devido à forte contestação à sua gestão financeira.

Sucedeu ao longo mandato de Pimenta Machado.

Conquista o 5.º lugar na época 2004-05, garantindo mais uma presença nas competições europeias e na fase de grupos da então Taça UEFA.

Em 2005-06, a época acabaria marcada pela descida à segunda Liga. Terminaria o seu mandato em Março 2007.

Eleito Presidente da Direção em 1980, é, até à data, o Presidente do Vitória SC que mais anos esteve na presidência do Clube.

Na primeira década do seu mandato, nos anos 80, liderou um importante percurso desportivo, com destaque para a melhor prestação europeia de sempre ao atingir os quartos-de-final da Taça UEFA. É também na primeira metade do seu mandato que o Vitória SC conquista a Super Taça Cândido de Oliveira.

A segunda década como Presidente fica marcada pela edificação de património, com destaque para o Complexo Desportivo e para a cedência do então Estádio Municipal ao Vitória Sport Clube.

O seu primeiro êxito diretivo remonta a 68/69, então enquanto responsável pela gestão do Departamento de Futebol, época em que o Vitória SC conquista o 3.º lugar no campeonato.

Em 1976 foi eleito Presidente da Direção, cargo que exerceu por dois mandatos. Durante esse período avançou com o projeto de construção de um novo estádio nos terrenos do atual Complexo Desportivo e incentivou a atividade da “Comissão de Fundos para um Vitória maior”, que através de diferentes iniciativas suportava em cerca de 60% o orçamento do Clube.

Em 1981 assumiu a liderança da AF Braga, função que cumpriu até 1990.

Foi o sucessor natural de Antero Henriques da Silva Júnior de quem foi vice-presidente nos seus quatro mandatos. Em Março de 1974 foi eleito Presidente garantindo, num período politicamente conturbado, a estabilidade necessária para o Clube.

Ficou ainda ligado, enquanto vereador municipal dos desportos, à concretização do projeto do Estádio.

Depois de seis anos como vice-presidente, em três direções diferentes, foi eleito Presidente em 1970 e cumpriu uma gestão que, tal como a de seu pai, 20 anos antes, marcou o Vitória SC.

No âmbito desportivo fez a renovação da equipa de futebol que vinha da década de 60, contratou Mário Wilson e um novo Vitória SC apareceu. Embora os resultados desportivos não tenham sido tão bons quanto desejava, é indiscutível que preparou o Vitória SC para o futuro e inscreveu o seu nome na nossa história.

Ascende à presidência da Direção em 1968, ano em que o Vitória SC conquista, pela primeira vez, o 3.º lugar no campeonato nacional.

Já no mandato de Gil Mesquita, em 78, foi um dos principais ideólogos de um novo estádio a construir nos terrenos do atual Complexo Desportivo.

Enquanto vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol teve um papel fundamental na escolha de Guimarães como uma das cidades sede do Campeonato do Mundo de Juniores de 1990, o que proporcionou importantes melhoramentos no Estádio do Vitória SC.

Presente nos órgãos sociais do Clube desde 1955, é só em 1966 que se afirma como líder vitoriano assumindo a presidência do Vitória SC. Exerceu a liderança durante dois anos, mantendo-se depois como Presidente da Assembleia Geral.

Foi Presidente Honorário até Agosto de 2015, data do seu falecimento. Por essa altura era também o sócio nº1 do Vitória SC.

Ligado ao Clube desde os anos 30, então como jogador, é também um dos vitorianos com mais anos de Direção. Enquanto vogal era, sobretudo, um angariador de fundos financeiros junto das empresas locais. Durante os anos 50/60 garantiu mesmo parte significativa do orçamento vitoriano através de ações que levava a cabo junto dos empresários vimaranenses.

Assumiu a presidência em 1963 sendo fundamental na estabilidade financeira e ao nível da gestão que o Vitória SC viveu ao longo dos seus três mandatos.

Era Presidente aquando do início da utilização do Estádio Municipal e foi eleito Presidente Honorário em 1985.

Assumiu a presidência em 1962, numa altura muito conturbada da vida do Clube, liderando uma comissão administrativa que concretizou as transferências de Pedras e Augusto Silva para o Benfica, o que permitiu o desafogo financeiro do Vitória SC e a construção de uma equipa base que duraria toda a década de 60.

Após 12 anos de intensa atividade, deixa as funções diretivas no Clube e é eleito para a Direção da Federação Portuguesa de Futebol, cargo que exerce até 1982 e onde foi agraciado com a Medalha de Ouro de Mérito.

Em 1981 foi eleito Presidente Honorário do Vitória SC, distinção que manteve até à data do seu falecimento.

Ainda como vice-presidente, foi o responsável pela edificação das novas bancadas da Amorosa.

Eleito Presidente em 1961, foi na sua direção que o Vitória SC alcançou o primeiro 4.º lugar da sua história.

Depois de sair do Clube assume a vice-presidência da AF Braga, por indicação do Vitória SC, em 1963.

Eleito em 1957, foi o grande líder vitoriano da década de 50, tendo ocupado diversos cargos nos órgãos sociais do Clube até ser Presidente. Com Alberto Ribeiro da Costa Guimarães o Vitória SC obteve capacidade de gestão e importantes apoios financeiros, numa liderança real e forte.

Já na Direção de António Faria Martins, chefiou a delegação vitoriana a África, naquele que seria o seu último ato como dirigente do Vitória SC.

Foi nomeado sócio benemérito em 1942 pelos serviços prestados ao Clube, de forma gratuita, enquanto médico.

Desde meados da década de 40 e início da década de 50 ocupou diferentes cargos no Vitória SC, tendo sido eleito Presidente da Direção em 1955.

Dois anos depois deixaria a liderança do Clube, mantendo-se, todavia, nos órgãos sociais e ainda como médico do Vitória SC.

Foi vice-presidente de Antero Henriques da Silva e liderou uma comissão para a dinamização das modalidades amadoras, com especial relevo na construção do ring da Amorosa. Viria a ser eleito Presidente da Direção em 1954.

Assumiu ainda as funções de vereador na Câmara Municipal de Guimarães, estando ligado ao processo de construção do Estádio do Vitória SC.

Figura de relevo da vida vimaranense, foi o sucessor de Antero Henriques da Silva, tendo assumido a presidência do Clube em 1953.

Em 1945 presidiu à “Comissão Pró Campo de Jogos” que tornou possível a construção do Campo da Amorosa em 30 dias e com verbas pessoais. Depois de uma homenagem pública feita pela cidade, é eleito Presidente da Direção em 1947, cargo que exerceu até 1953. Nesse ano recebeu a medalha de ouro do Vitória SC, a única entregue até hoje.

É uma das grandes figuras da história vitoriana e foi eleito Presidente honorário em 1969.

É um dos dirigentes do Vitória SC com maior participação em todo o seu historial. Depois de uma década dedicado ao Clube em diversos cargos, assume a presidência da Direção em 1941 e leva o Vitória SC, pela primeira vez, à I Divisão. Mantém-se na liderança até 1947, assumindo depois a vice-presidência da AF Braga e passando também pela Federação Portuguesa de Futebol.

Em 1958, em resposta a uma crise diretiva, assume novamente a presidência do Clube. Em 1979 foi eleito Presidente Honorário, distinção que manteve até à sua morte em 1981.

Ligado ao Vitória SC durante toda a década de 30, foi Presidente da Direção nos anos de 35, 36 e 37, tendo ainda regressado em 39 para uma Comissão Administrativa.

Foi o primeiro sócio honorário do Clube e também o seu primeiro Presidente Honorário, distinção que manteve até à data do seu falecimento nos anos 60.

Eleito, pela primeira vez, em 1933, exercia funções aquando da conquista do 1.º Campeonato Distrital em 33/34. Depois de uma passagem pela Assembleia Geral, regressa à presidência da Direção em 1937 e organiza o Clube, criando os estatutos e as fichas de associado.

Orador por excelência desempenhou também funções na Federação Portuguesa de Futebol e na Associação de Futebol de Braga.

Assumiu a liderança do Clube em 1924 e avançou para a construção do “Campo da Perdiz”, inaugurado em Junho do ano seguinte.

Foi, oficialmente, o primeiro Presidente da história do Vitória SC, tendo liderado a Comissão Fundadora em 1922. Profundo conhecedor do futebol, foi também treinador e árbitro.

Eleito em 2012, constituiu formalmente a Vitória Sport Clube, Futebol SAD em abril de 2013. Também em 2013, o Vitória escreve a página mais brilhante a nível desportivo: a conquista da Taça de Portugal. É reeleito Presidente em 2015 e cumpre assim o segundo mandato até 2018, triénio em que o Vitória alcançou a sua primeira medalha de bronze nos Paralímpicos do Rio de Janeiro. Em 2018, foi eleito para o terceiro mandato ao serviço do Clube, mandato em que as equipas seniores e juvenis de Pólo Aquático chegam ao título nacional. Renunciou ao cargo em 2019.

Preside o Clube a partir de Março de 2007, subindo neste mesmo ano à primeira Divisão. Na época 2007-08 alcança o terceiro lugar do Campeonato, qualificando-se para a pré-eliminatória da Liga dos Campeões. É reeleito Presidente em 2010, tendo deixado o mandato a meio devido à forte contestação à sua gestão financeira.

Sucedeu ao longo mandato de Pimenta Machado.

Conquista o 5º lugar na época 2004-05, garantindo mais uma presença nas competições europeias e na fase de grupos da então Taça UEFA.

Em 2005-06, a época acabaria marcada pela descida à segunda Liga. Terminaria o seu mandato em Março 2007.

Eleito Presidente da Direção em 1980, é, até à data, o Presidente do Vitoria SC que mais anos esteve na presidência do Clube.

Na primeira década do seu mandato, nos anos 80, liderou um importante percurso desportivo, com destaque para a melhor prestação europeia de sempre ao atingir os quartos-de-final da Taça UEFA. É também na primeira metade do seu mandato que o Vitoria SC conquista a Super Taça Cândido de Oliveira.

A segunda década como Presidente fica marcada pela edificação de património, com destaque para o Complexo Desportivo e para a cedência do então Estádio Municipal ao Vitoria Sport Clube.

O seu primeiro êxito diretivo remonta a 68/69, então enquanto responsável pela gestão do Departamento de Futebol, época em que o Vitoria SC conquista o 3º lugar no campeonato.

Em 1976 foi eleito Presidente da Direção, cargo que exerceu por dois mandatos. Durante esse período avançou com o projeto de construção de um novo estádio nos terrenos do atual Complexo Desportivo e incentivou a atividade da “Comissão de Fundos para um Vitoria maior”, que através de diferentes iniciativas suportava em cerca de 60% o orçamento do Clube.

Em 1981 assumiu a liderança da AF Braga, função que cumpriu até 1990.

Foi o sucessor natural de Antero Henriques da Silva Júnior de quem foi vice-presidente nos seus quatro mandatos. Em Março de 1974 foi eleito Presidente garantindo, num período politicamente conturbado, a estabilidade necessária para o Clube.

Ficou ainda ligado, enquanto vereador municipal dos desportos, à concretização do projeto do Estádio.

Depois de seis anos como vice-presidente, em três direções diferentes, foi eleito Presidente em 1970 e cumpriu uma gestão que, tal como a de seu pai, 20 anos antes, marcou o Vitoria SC. No âmbito desportivo fez a renovação da equipa de futebol que vinha da década de 60, contratou Mário Wilson e um novo Vitoria SC apareceu. Embora os resultados desportivos não tenham sido tão bons quanto desejava, é indiscutível que preparou o Vitoria SC para o futuro e inscreveu o seu nome na nossa história.

Ascende à presidência da Direção em 1968, ano em que o Vitoria SC conquista, pela primeira vez, o 3º lugar no campeonato nacional.

Já no mandato de Gil Mesquita, em 78, foi um dos principais ideólogos de um novo estádio a construir nos terrenos do atual Complexo Desportivo.

Enquanto vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol teve um papel fundamental na escolha de Guimarães como uma das cidades sede do Campeonato do Mundo de Juniores de 1990, o que proporcionou importantes melhoramentos no Estádio do Vitoria SC.

Presente nos órgãos sociais do Clube desde 1955, é só em 1966 que se afirma como líder vitoriano assumindo a presidência do Vitoria SC. Exerceu a liderança durante dois anos, mantendo-se depois como Presidente da Assembleia Geral. Foi Presidente Honorário até Agosto de 2015, data do seu falecimento. Por essa altura era também o sócio nº1 do Vitoria SC.

Ligado ao Clube desde os anos 30, então como jogador, é também um dos vitorianos com mais anos de Direção. Enquanto vogal era, sobretudo, um angariador de fundos financeiros junto das empresas locais. Durante os anos 50/60 garantiu mesmo parte significativa do orçamento vitoriano através de ações que levava a cabo junto dos empresários vimaranenses.

Assumiu a presidência em 1963 sendo fundamental na estabilidade financeira e ao nível da gestão que o Vitoria SC viveu ao longo dos seus três mandatos.

Era Presidente aquando do início da utilização do Estádio Municipal e foi eleito Presidente Honorário em 1985.

Assumiu a presidência em 1962, numa altura muito conturbada da vida do Clube, liderando uma comissão administrativa que concretizou as transferências de Pedras e Augusto Silva para o Benfica, o que permitiu o desafogo financeiro do Vitoria SC e a construção de uma equipa base que duraria toda a década de 60. Após 12 anos de intensa atividade, deixa as funções diretivas no Clube e é eleito para a Direção da Federação Portuguesa de Futebol, cargo que exerce até 1982 e onde foi agraciado com a Medalha de Ouro de Mérito. Em 1981 foi eleito Presidente Honorário do Vitoria SC, distinção que manteve até à data do seu falecimento.

Ainda como vice-presidente, foi o responsável pela edificação das novas bancadas da Amorosa. Eleito Presidente em 1961, foi na sua direção que o Vitoria SC alcançou o primeiro 4º lugar da sua história. Depois de sair do Clube assume a vice-presidência da AF Braga, por indicação do Vitoria SC, em 1963.

Eleito em 1957, foi o grande líder vitoriano da década de 50, tendo ocupado diversos cargos nos órgãos sociais do Clube até ser Presidente. Com Alberto Ribeiro da Costa Guimarães o Vitoria SC obteve capacidade de gestão e importantes apoios financeiros, numa liderança real e forte.

Já na Direção de António Faria Martins, chefiou a delegação vitoriana a África, naquele que seria o seu último ato como dirigente do Vitoria SC.

Foi nomeado sócio benemérito em 1942 pelos serviços prestados ao Clube, de forma gratuita, enquanto médico.

Desde meados da década de 40 e início da década de 50 ocupou diferentes cargos no Vitoria SC, tendo sido eleito Presidente da Direção em 1955.

Dois anos depois deixaria a liderança do Clube, mantendo-se, todavia, nos órgãos sociais e ainda como médico do Vitoria SC.

Foi vice-presidente de Antero Henriques da Silva e liderou uma comissão para a dinamização das modalidades amadoras, com especial relevo na construção do ring da Amorosa. Viria a ser eleito Presidente da Direção em 1954. Assumiu ainda as funções de vereador na Câmara Municipal de Guimarães, estando ligado ao processo de construção do Estádio do Vitória SC.

Figura de relevo da vida vimaranense, foi o sucessor de Antero Henriques da Silva, tendo assumido a presidência do Clube em 1953.

Em 1945 presidiu à “Comissão Pró Campo de Jogos” que tornou possível a construção do Campo da Amorosa em 30 dias e com verbas pessoais. Depois de uma homenagem pública feita pela cidade, é eleito Presidente da Direção em 1947, cargo que exerceu até 1953. Nesse ano recebeu a medalha de ouro do Vitoria SC, a única entregue até hoje. É uma das grandes figuras da história vitoriana e foi eleito Presidente honorário em 1969.

É um dos dirigentes do Vitoria SC com maior participação em todo o seu historial. Depois de uma década dedicado ao Clube em diversos cargos, assume a presidência da Direção em 1941 e leva o Vitoria SC, pela primeira vez, à I Divisão. Mantém-se na liderança até 1947, assumindo depois a vice-presidência da AF Braga e passando também pela Federação Portuguesa de Futebol. Em 1958, em resposta a uma crise diretiva, assume novamente a presidência do Clube. Em 1979 foi eleito Presidente Honorário, distinção que manteve até à sua morte em 1981.

Ligado ao Vitoria SC durante toda a década de 30, foi Presidente da Direção nos anos de 35, 36 e 37, tendo ainda regressado em 39 para uma Comissão Administrativa.

Foi o primeiro sócio honorário do Clube e também o seu primeiro Presidente Honorário, distinção que manteve até à data do seu falecimento nos anos 60.

Eleito, pela primeira vez, em 1933, exercia funções aquando da conquista do 1º Campeonato Distrital em 33/34. Depois de uma passagem pela Assembleia Geral, regressa à presidência da Direção em 1937 e organiza o Clube, criando os estatutos e as fichas de associado. Orador por excelência desempenhou também funções na Federação Portuguesa de Futebol e na Associação de Futebol de Braga.

Assumiu a liderança do Clube em 1924 e avançou para a construção do “Campo da Perdiz”, inaugurado em Junho do ano seguinte./p>

Foi, oficialmente, o primeiro Presidente da história do Vitoria SC, tendo liderado a Comissão Fundadora em 1922. Profundo conhecedor do futebol, foi também treinador e árbitro.