Conquistadores vão disputar a Final Four da Prova-Rainha nas Piscinas Municipais da Guarda nos dias 28 e 29 de março. Entrada livre e gratuita.

O Vitória SC prepara-se para disputar a final four da Taça de Portugal de Polo Aquático que se realiza nos dias 28 e 29 de março nas Piscinas Municipais de Guimarães. As meias-finais estão agendadas para 28 de março e a final marcada para o dia seguinte. Na primeira meia-final defrontam-se Paredes PA e CF Portuense (18h00). Os Conquistadores vão medir forças com o Sporting CP às 20h00. A final disputa-se no dia 29 de março, às 17h30. A entrada é livre e gratuita.
Na antevisão da competição, o treinador vitoriano, Vítor Macedo, reconhece que a Taça de Portugal tem sido uma prova particularmente exigente para o Vitória Sport Clube. “Neste momento, só temos dois troféus da Taça de Portugal no palmarés e isso é uma coisa que queremos mudar. Por essa razão, encaramos esta prova com a máxima importância e como um momento importante da época”, disse, assumindo a ambição de conquistar mais uma prova nacional de referência.
A disputa da Taça de Portugal chega após uma campanha europeia de relevo em que os Conquistadores alcançaram o 7.º lugar na Challenger Cup. Sobre o duelo das meias-finais frente ao Sporting CP, Vítor Macedo sublinhou o caráter particular dos jogos da competição: “Todos os jogos são diferentes, mas os da Taça de Portugal são mesmo peculiares. Acho que é transversal a todas as modalidades. É o misticismo da festa da taça. É um jogo a eliminar também. No campeonato, por exemplo, nunca temos jogos assim porque mesmo os play-offs são à melhor de três ou à melhor de cinco, portanto, há sempre margem de manobra para corrigir erros. Na final four da Taça de Portugal, são dois jogos para ganhar o troféu. Um jogo mau pode ser decisivo”.
Histórico na Taça de Portugal: “A Taça de Portugal tem sido, de certa forma, madrasta para nós. De todos estes anos em que temos estado a lutar pelos títulos, nós só vencemos a Taça de Portugal em duas ocasiões. No fundo, tem sido a competição em que temos sido menos competentes. Inclusivamente, esta prova já se realizou na Guarda e nunca nos correu bem. Neste momento, só temos dois troféus da Taça de Portugal no palmarés e isso é uma coisa que queremos mudar. Por essa razão, encaramos esta prova com a máxima importância e como um momento importante da época”.
Percurso europeu antes da Prova-Rainha: “A nossa campanha europeia foi diferente das épocas anteriores e culminou com a nossa participação na final eight da Challenger Cup. Era um objetivo ao qual nos tínhamos proposto no início da época e conseguimos atingir. É um facto que nos traz mais andamento competitivo. Queremos acreditar que sim, sentimos isso, mas também sentimos o cansaço, principalmente na última semana. Estivemos na Eslovénia em fevereiro e competimos a um bom nível e em março estivemos em Istambul a competir a um nível superior e conseguimos ser competentes e competitivos. Sentimos que temos de capitalizar esse andamento competitivo para as competições nacionais”.
Perspetiva para a final four: “Todos os jogos são diferentes, mas os da Taça de Portugal são mesmo peculiares. Acho que é transversal a todas as modalidades. É o misticismo da festa da taça. É um jogo a eliminar também. No campeonato, por exemplo, nunca temos jogos assim porque mesmo os play-offs são à melhor de três ou à melhor de cinco, portanto, há sempre margem de manobra para corrigir erros. Na final four da Taça de Portugal, são dois jogos para ganhar o troféu. Um jogo mau pode ser decisivo. O Sporting está certamente muito motivado, mas a pressão está do nosso lado, nós somos os campeões em título. A pressão é nossa e convivemos bem com isso. São características diferentes e não podemos olhar para o jogo do campeonato e transpô-lo para a Taça de Portugal. Estamos a fazer o trabalho de scouting e de análise para perceber como é que o nosso adversário se poderá apresentar, mas nós temos de estar preocupados sobretudo com o que vamos ser capazes de fazer e impedir que o Sporting faça o jogo que pretende fazer”.
União do coletivo é a força da equipa: “A nossa equipa tem individualidades que se destacam, como é óbvio, mas eu acho que o segredo do nosso sucesso nos últimos anos é a força do coletivo e o facto de todas essas individualidades estarem ao serviço do grupo, da equipa e dos objetivos comuns”.

