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Tiago Martins de Rei ao peito

Conquistadores do andebol contam nova arma, Tiago Martins é reforço do Vitória SC

Tiago Martins está de regresso a Portugal após duas temporadas em França e assume as cores vitorianas até 2027. Natural do Funchal, na Ilha da Madeira, mas com família em Urgezes, o central de 21 anos realizou a grande maioria da sua formação ao serviço do Marítimo, fazendo a sua estreia pela equipa principal em 2020, assinalando 98 golos em 21 encontros. No ano seguinte apesar de iniciar os trabalhos nos verde-rubros, Tiago acaba por vestir as cores do Madeira SAD. Já em 2022/23 a história repete-se, uma primeira metade de temporada ao serviço do Marítimo seguida de um empréstimo, desta vez ao Académico do Funchal. Viria a ser no ano seguinte que Tiago Martins reencontraria a sua melhor versão, é em Guimarães ao serviço do Xico Andebol que o central assinalou 140 golos em 32 partidas. O grande desempenho do madeirense despertou o interesse dos franceses do Istres Provence, clube que representou nas últimas duas temporadas. No seu regresso a Portugal (e a Guimarães) o Conquistador mostrou-se empolgado e feliz por voltar a disputar o andebol português.  

Com família residente em Urgezes, Tiago reconhece Guimarães como casa “Estou muito feliz por regressar a casa, contente por vestir estas cores que ao longo da minha vida sempre estiveram ao meu lado. O estádio fica perto da casa de familiares, assim como das instalações do Xico, clube onde joguei, o Vitória sempre esteve perto de mim. Estou muito feliz por voltar cá e ansioso para começar a época.” 


A decisão de regressar a Portugal acabou por fazer sentido para o lateral por diversas razões: “A nível pessoal, familiar e também universitário foi bom voltar, estou a tirar o meu curso no Porto e é importante sentir este sentimento de regresso a casa. Aqui estou mais confortável e tenho a alegria de estar junto dos meus. A nível desportivo apesar de na França as coisas terem corrido bem sinto que já estava na hora de regressar e continuar a minha carreira em território português.”

Numa experiência significativa o mais recente conquistador destacou a intensidade francesa: “A principal diferença que senti entre o andebol português e francês foi em termos da intensidade. A intensidade era sentida e vista diariamente em treinos, em jogos e no próprio dia-a-dia. Foi uma experiência enriquecedora onde cresci muito tanto a nível pessoal, como a nível profissional”.